A Terapia Cognitiva foi desenvolvida por Aaron Beck, na década de 1960, a partir da atuação com pacientes com diagnóstico de depressão. O princípio da terapia cognitiva é que o humor e os comportamentos não saudáveis são o resultado dos pensamentos distorcidos e rígidos.

Isso faz com que as pessoas se comportem como se a situação fosse pior do que realmente é ou faz com que elas não consigam enxergar alternativas possíveis de enfrentamento. A intervenção psicoterápica, baseada na terapia cognitiva, pressupõe que o paciente participe ativamente tanto do processo da terapia quanto da prevenção de recaída e que se torne o seu próprio terapeuta. Nas sessões iniciais, os pacientes não compreendem o potencial da terapia na promoção de mudanças, mas ao longo das sessões isso é evidenciado. No Brasil, o início do desenvolvimento da terapia cognitiva data do final da década de 1980. Fundamentada nos conceitos de promoção da saúde, qualidade de vida, tomada de decisão e terapia cognitiva, a técnica ‘Pense saudável e sinta a diferença’ foi desenvolvida e pode ser utilizada no enfrentamento de diversas dificuldades.

O modelo cognitivo pressupõe que emoção, reação física, comportamento e pensamento estão diretamente relacionados, e a construção de cognições saudáveis acarreta a melhora nos demais.

*Disclaimer: as informações sobre terapia cognitiva mencionadas são baseadas nas contribuições de terapeutas cognitivos respeitados e são apresentadas com o escopo informativo. Dentre eles, cabe ressaltar Aaron Beck, Judith Beck, Christine Padesky, Robert Leahy, Paulo Knapp, Irismar Reis de Oliveira e Bernard Rangé.

O QUE É TERAPIA COGNITIVA?